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segunda-feira, março 20, 2017

Sismo "congelou no tempo" balneário romano em Chaves


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 Balneário foi descoberto durante trabalhos para a construção de um parque de estacionamento
http://pt-gmtdmp.mookie1.com/t/v2/imp?tagid=V2_1247&src.rand=728776605&src.platformID=AN&src.IO=%24%7BIO_ID%7D&src.LineItem=%24%7BCPG_ID%7D&src.campaignID=%24%7BCP_ID%7D&src.domain=www.dn.pt&src.url=%2Fartes%2Finterior%2Fsismo-congelou-no-tempo-balneario-romano-em-chaves-5444320.htmlSítio raro em todo o Império Romano, o balneário foi preservado graças a uma derrocada. Projecto da câmara prevê projecto museográfico e abertura ao público em 2018
Um sismo provocou há 17 séculos a derrocada do edifício das termas romanas na zona onde é hoje Chaves e "congelou no tempo" um monumento "magnífico" descoberto há 10 anos, antes da construção de um parque de estacionamento.
"Foi necessário fazer sondagens arqueológicas prévias e tivemos a sorte de encontrar este monumento fantástico e único que são as termas medicinais romanas", afirmou à agência Lusa o arqueólogo do município de Chaves, Sérgio Carneiro.
O projecto de construção do parque de estacionamento subterrâneo no centro da cidade arrancou em 2005 e, mais de uma década depois, foi apresentada uma candidatura a fundos comunitários para musealizar o espaço que se pretende abrir ao público durante o ano de 2018
"É um sítio raro em todo o Império Romano e absolutamente único na Península Ibérica", salientou o especialista.
Era um edifício de "dimensões monumentais" que ruiu após um sismo registado nos finais do século IV e que ficou "congelado no tempo" até ser descoberto cerca de 17 séculos depois.
O responsável explicou que no local foram encontrados vestígios e analisados dados que confirmam a ocorrência desse sismo.
"Essa derrocada ocorreu quando estavam pessoas a utilizar as piscinas e foram encontrados esqueletos de três indivíduos, de um homem, uma mulher e um adolescente, debaixo do derrube da abóbada que cobria toda esta área e que tinha 10 metros de altura", referiu Sérgio Carneiro.
O arqueólogo disse que se tratou de uma situação "algo parecida" à de Pompeia, cidade romana atingida e destruída pela erupção de um vulcão.
Para além das estruturas, as muralhas, as duas grandes piscinas e as sete pequenas piscinas individuais, foram aqui descobertos vários objectos de uso pessoal, como adornos, anéis, pulseiras e metais que "estão em condições absolutamente incomuns" pelo facto de "as terras terem ficado húmidas e seladas durante todo este tempo".
Depois de feitas as sondagens, o trabalho que se seguiu de escavação, estudo e de por a descoberto o complexo termal foi lento.
É um "complexo de grandes dimensões, monumental", e, para Sérgio Carneiro, "o mais extraordinário é que ainda está a funcionar".
"Começamos a escavar e assim que esvaziamos as piscinas elas começaram a encher-se novamente como se voltássemos no tempo. Todo o sistema hidráulico está e vai ficar a funcionar na futura musealização", sustentou.
Após as primeiras escavações na área central, foi feito um projecto de construção do edifício do museu, que cobre actualmente o complexo termal, e foram sendo realizadas escavações nas áreas periféricas à medida que iam sendo construídos os muros de sustentação da estrutura.
O arqueólogo referiu que o projecto de musealização do interior, com vista à conservação e restauro das estruturas, está pronto e foi alvo de uma candidatura aos fundos comunitários.
"É que, segundo o especialista, os materiais, como a espécie de betão que os romanos usavam, começaram a degradar-se a partir do momento em que foram postos a descoberto pelo que defende que é "uma intervenção de conservação e restauro".
No Museu das Termas poderá ser visto o balneário e será montada uma exposição interpretativa do complexo. Mas, como se trata de um espaço muito húmido e quente, o espólio aqui descoberto, como os objectos de metal e madeira, ficarão expostos no Museu da Região Flaviense, ficando os dois edifícios a funcionar em complementaridade.

(fonte: rec por email)

segunda-feira, março 13, 2017

a arte e o humor (parte II)

O artista francês Blase [© Blase], também conhecido como Blasepheme, explora os mercados de velharias de Paris à procura de pinturas destruídas e/ou que mais ninguém quer.
O objectivo dele é restaurá-las e dar-lhes uma segunda vida... ligeiramente diferente e com mais humor!







a arte e o humor (parte I)

O artista francês Blase [© Blase], também conhecido como Blasepheme, explora os mercados de velharias de Paris à procura de pinturas destruídas e/ou que mais ninguém quer.
O objectivo dele é restaurá-las e dar-lhes uma segunda vida... ligeiramente diferente e com mais humor!





domingo, fevereiro 05, 2017

Igreja dos Clérigos, Porto

Renovada, a Igreja dos Clérigos foi reaberta ao público em Dezembro, depois de quase um ano em obras.
Este é um dos monumentos mais emblemáticos do Porto.
Construída entre 1732 e 1748, projetada pelo arquiteto italiano Nicolau Nasoni, esta é a principal obra deste arquiteto que se transferiu para o Porto, onde viveu até a sua morte e construiu obras tão significativas na cidade. O seu estilo dominante, o barroco está fortemente caracterizado na fachada  tanto da Igreja como da Torre dos Clérigos, assim como no seu interior.
Quase na véspera do Natal, depois da agitação dos primeiros dias da re-inauguração, fui visitar a "nova" Igreja dos Clérigos...

Ainda cheirava a tinta, dando a sensação de estarmos diante de um trabalho realmente acabado de fazer.
E que trabalho! A Igreja está belíssima...




Um trabalho fantástico realizado pelo Centro de Conservação e Restauro da Escola das Artes da Universidade Católica...


Há novos espaços para  visitar e apreciar.
Museu...





Espaço multimedia que mostra a evolução das obras de remodelação...






Mas o que mais me encantou foi  ver a  Igreja do alto. Sim, no piso superior é possível através dos varandins ter uma outra visão...





outras perspectivas...






De frente para obras e peças belíssimas...



próximo da cúpula e com a possibilidade de admirar uma riqueza de detalhes incrível!
Uma visita para fazer com calma e muita atenção...





E com aberturas para a cidade, próximo às cúpulas dos edifícios...


E sem contar a subida à Torre que nos proporciona uma das vistas mais bonitas da cidade do Porto.
Ver um post sobre a  vista a partir da Torre dos Clérigos: AQUI, agora com novos acessos.

Se vem ao Porto, esta é uma visita obrigatória porque é um ex-libris da cidade.
Se vive no Porto, vai se orgulhar em ver ou rever a renovada Igreja dos Clé