
"O Mundo é uma realidade Universal, desarticulada em biliões de realidades individuais"
In: Diário, MIGUEL TORGA
[google6450332ca0b2b225.html
O Teatro nasceu em Atenas, associado ao culto de Dionísio, Deus do vinho e das festividades.As representações teatrais tinham lugar em recintos ao ar livre, construídos para o efeito. Os teatros gregos tinham tão boas condições que os espectadores podiam ouvir e ver, à distância, tudo o que se passava na cena, mesmo tratando-se de uma assistência muito numerosa. Isso devia-se, por um lado, ao facto de as bancadas se abrirem em leque sobre a encosta de uma colina e, por outro lado, a diversos artifícios utilizados em cena.Os actores usavam trajes de cores vivas e sapatos muito altos para ficarem com uma estatura imponente. Cobriam o rosto com máscaras que serviam quer para ampliar o som da voz, quer para tornar mais visível à distância, a expressão do personagem. Um aspecto curioso é que, em cada peça, só existiam três actores, todos do sexo masculino. Cada um deles tinha que desempenhar vários papéis, incluindo os das personagens femininas. A representação dos actores, que actuavam na cena, era acompanhada pelos comentários do coro, que se movimentava na orquestra, juntamente com os músicos.Havia dois géneros de representações: a tragédia e comédia.As tragédias eram peças ou representações que pretendiam levar os espectadores a reflectirem nos valores e no sentido da existência humana.As comédias eram, por sua vez, peças de crítica social que retratavam figuras e acontecimentos da sociedade da época, ridicularizando defeitos e limitações da actuação dos homens, provocando o riso na assistência.
Nos primeiros tempos da Reconquista, cerca de treze mil cruzados vieram de toda a Europa para auxiliar D. Afonso Henriques na Reconquista aos Mouros. Entre os muitos que pereceram e que foram considerados mártires, houve um cavaleiro chamado Henrique, originário de Bona, que morreu na conquista de Lisboa e que foi sepultado na Igreja de S. Vicente de Fora. À memória do Cavaleiro Henrique estão associados muitos milagres, um dos quais deixou vestígios no nome de uma rua de Lisboa.
Sigamos então, tu e eu, 
Sorri quando a dor te torturar



Mulher,
O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março de todos os anos.
Moscovo, 1 de Março de 1966 

Ao longo da nave de qualquer Igreja podemos observar as catorze estações da Via-Sacra dispostas lateralmente. A via-sacra representa nestas catorze estações os episódios mais marcantes na Paixão e Morte de Cristo. Esta tradição tem origem franciscana e reproduz a "via dolorosa", ou seja, o percurso feito por Jesus desde o Tribunal de Pilatos até ao Calvário (ou "Golgothá", "lugar do crânio"), em Jerusalém. Os franciscanos idealizaram-na como sendo composta por catorze episódios e a tradição católica tem mantido este número, apesar de se encontrarem por vezes algumas variantes. A via-sacra sofreu modificações ao longo dos séculos desde a sua criação (no século XV), mas a sua forma final (a mesma usada hoje em dia) foi finalmente fixada pelos papas Clemente XII, em 1731, e Bento XIV, em 1742. A cerimónia consiste em percorrer, à semelhança de Jesus, as catorze estações que recriam os momentos desde a sua condenação à morte até ao seu enterro, parando em cada estação para meditar ou rezar. Curioso que na igreja de Sta. Maria Madalena, em Rennes-le-Château,França, bem como noutras igrejas do sul de França, a via-sacra está disposta no sentido inverso ao estipulado começando no lado esquerdo e terminando no direito (tendo o altar em frente), o que representa mais uma das suas singularidades. Contudo, como foi dito, esta Igreja não é um caso isolado, visto que nesta região de França o lado esquerdo de uma igreja é tido como o lado nobre, fazendo sentido que se siga a orientação dextrógira.

Por meio da Fé o homem confia-se às práticas;
Natural de regiões tropicais e sub-tropicais, o mosquito chegou entretanto à Madeira.(Já o tinha referido neste blog no ano passado).As condições climatéricas do arquipélago revelaram-se propícias para o seu desenvolvimento.Terá viajado à boleia de palmeiras importadas para um jardim público do Funchal e a partir daí, tem-se propagado a outras freguesias resistindo às campanhas de desinfestação já desenvolvidas.

ÓPTIMAS BROAS DE MANTEIGA (receita conventual)
Georges Remi,Hergé, nasceu em 22 de Maio de 1907 em Etterbeek na Bélgica.
Caracterizada pelo jejum, a oração e a penitência, a tradição religiosa da Quaresma adapta-se, sobretudo nas Igrejas ocidentais, às condições modernas e pouco conserva de seu ritual original. A doutrina do Concílio Vaticano II assinalou que o jejum é apenas a expressão da penitência e da purificação necessárias para a plena participação nos mistérios dos quais constitui o prelúdio. Quaresma é o termo empregado para designar, no ritual das igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, o período de preparação penitencial para o domingo de Páscoa, a a partir da Quarta-Feira de cinzas. Por volta do século VII, compreendia quarenta dias de jejum (os domingos são excluídos), numa alusão ao jejum de Cristo no deserto. Era permitida apenas uma refeição por dia, com abstinência total de carne – inclusive de peixe- e manteiga. A rigidez na prática dos ritos quaresmais é mantida em parte nas igrejas orientais , para as quais o período se inicia oito semanas antes da Páscoa, sendo excluídos do jejum os sábados e os domingos. Ao final, os fiéis devem estar prontos para celebrar o mistério da ressurreição e a vitória de Cristo sobre o sofrimento e a morte, no domingo de Páscoa. A quarta-feira de Cinzas é assim chamada porque o sacerdote usa a cinza obtida com a queima das palmas bentas no domingo de Ramos do ano anterior para dar inicio ao ritual que precede a missa na liturgia do dia. Faz então com a cinza o sinal da cruz na testa dos fiéis e na cabeça dos sacerdotes, enquanto repete as palavras que Deus disse a Adão : “Pois tu és pó e ao pó tornarás”(Gn 3:19), ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”(Mc 1:15). A origem da Quaresma está no Antigo Testamento e tem no jejum o elemento principal: Moisés permaneceu quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai sem comer e sem beber; para preparar seu encontro com Iavé, Elias fez apenas uma refeição quando jejuou no mesmo monte Sinai também quarenta dias; e finalmente Jesus jejuou no deserto durante quarenta dias e quarenta noites antes de iniciar sua pregação.
Foto de hoje, 02 de Março.(in Diário Noticias-Funchal)
Lenda de Machico ou do Amor Imortal
Como não vota no Santana Lopes, convida-o para presidente da Câmara de Lisboa.Boa!!!!
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.