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sábado, abril 11, 2009

Um pouco do significado da Páscoa (na aldeia global)

A palavra Páscoa vem do hebraico Pessach, que significa Ressurreição, vida nova. Os antigos hebreus foram os primeiros a comemorar a Páscoa.
Em termos históricos, ela celebra a libertação dos hebreus da escravidão no Egipto e a passagem através do Mar Vermelho.
É com este sentido de libertação que, até hoje, os judeus celebram esta festa.
Para os cristãos a Páscoa é a celebração da Ressurreição de Jesus Cristo. É a principal festa do ano litúrgico cristão e, provavelmente, uma das mais antigas, pois surgiu nos primeiros anos do cristianismo. Por ser uma data móvel, no Hemisfério Norte a Páscoa coincide com a chegada da primavera, o Pessach também é a festa do início da colheita dos cereais e da chegada da nova estação.
Nos Estados Unidos as crianças brincam na caça ao ovo no domingo de Páscoa.
Os ovos cozidos, decorados com tintas, são escondidos pelos pais no quintal ou dentro de casa. Na Bélgica e na França, e um pouco por todo lado, num sinal de íntimo respeito, o silêncio invade as cidades, pois os sinos das igrejas não tocam entre a Sexta-feira da Paixão e a celebração da Missa em Sábado de ALeluia.
Diz uma lenda que os sinos voam para Roma até a Páscoa e quando voltam, deixam cair ovos para que as pessoas encontrem! Na Bulgária, há o costume de colorir ovos cozidos após a missa na Quinta-feira Santa. Eles também fazem pães pascais chamados kolache ou kozunak (parecidos com o Panetone). Um pão é decorado com número ímpar de ovos vermelhos e levado à igreja na madrugada de sábado. Os pães e ovos são abençoados e dados aos amigos turcos da família.A Páscoa da Suécia lembra o dia das bruxas americano.
Na quinta-feira Santa ou na véspera da Páscoa, as crianças suecas vestem-se de bruxos, visitam seus vizinhos e deixam um cartão decorado para conseguir doce ou dinheiro!
Na Índia promove-se o festival Holi, para lembrar como o Deus Krishna apareceu. As pessoas dançam, tocam flautas e fazem comidas especiais. Então, é hora de visitar os amigos e experimentar o que cada um preparou! O dono da casa costuma marcar a testa de seus convidados com pó colorido.
Já na China, acontece o Ching-Ming. Durante essa festividade, as pessoas visitam os túmulos de seus ancestrais e fazem oferendas, como refeições e doces. O objectivo é deixar os ancestrais satisfeitos com seus descendentes.
Na Europa Oriental, Ucrânia, Estónia, Lituânia e Rússia, as pessoas presenteiam parentes e amigos com ovos coloridos. Arménios decoravam cascas de ovos intactos com figuras cristãs, da Virgem Maria e outros temas religiosos. Depois de algumas curiosidades sobre o significado desta festa, percebemos que o sentido de celebrar a vida e o amor ao próximo prevalece.
Que nesta PÁSCOA as crenças e costumes se unam formando uma só corrente.
Corrente de sentimentos positivos que levem à vida e ao amor!

FELIZ e SANTA PÁSCOA!!!

Sábado de Aleluia

Que posso eu dar-Te
(pesando os meus nadas)
Senão uma oração expontânea,
Impreparada,
Feita de sentimentos emotivos,
De julgamentos estéreis,
Descompensando o equílibrio natural.
Linguagem indecifrável,
Arquétipa,
Do meu íntimo expansivo,
Sereno, sincero e amorável.

Porto Moniz, Março 2007

No dia a dia

Deus usa a solidão para ensinar a convivência.
Usa a raiva para mostrar o infinito valor da paz.
Usa o tédio para ressaltar a importância da aventura e do abandono.
Usa o silêncio para ensinar sobre a responsabilidade das palavras.
Usa o cansaço para que se possa compreender o valor do despertar.
Usa a doença para ressaltar a benção da saúde.
Deus usa o fogo para ensinar sobre a água.
Usa a terra para que se compreenda o valor do ar.
Usa a morte para mostrar a importância da vida.


quinta-feira, abril 09, 2009

6ª FEIRA MAIOR


Chega a manhã, vestida de anil,
Com laivos róseos que se sobrepõem.

Desperta a esperança no dia de Páscoa,
Mas hoje acontece o silêncio.

Há rostos fechados, vazios,
Parece que ninguém habita mais.

Ao fim da tarde saem,
Foram ao templo lembrar a morte de Cristo.

Acompanhar-Lhe a tristeza,
No breve sepultamento.
Porto Moniz, Abril 2009

Broas Campesinas


Estas "Broachas" (pois têm forma entre a broa e a bolacha) são tradicionais no Porto Moniz, fazendo-se apenas pela Páscoa, sempre com este formato. Receita gentilmente cedida pela "Tia Juletinha".
1 kg de farinha
1/2 kg de açúcar
1 colher sopa rasa de soda
6 ovos inteiros
raspa e sumo de 1 limão
leite para amassar
Amasse todos os ingredientes, tenda em forma de "broacha" e leve a forno quente
Experimente deitar uma pitada de canela e pode por uma noz ou amêndoa a meio.Mas, as tradicionais não levam!!!

Dicionário Madeirense - A e B

A
Abelhinha - Automóvel, taxi.
Abicar-se - Atirar-se.
Aboseirado - Sentado descontraídamente
Aduelas - Costelas; "Estepilha, levei um sopapo e quebrei as aduelas".
Adufa – Fossa "Cheiras que nem uma adufa"
Afiusas - Esperar ter sucesso a troco de outro.
Assegurar Agarra-te ás orelhas - Diz-se quando se tropeça e cai.
Agetivar - Amealhar.
Áh cão – Expressão de nojo.
Ajoujar - Sofrer o peso de qualquer carga ou ceder com o peso
Alivia - Atira, por ex. alivia a bola...
Altear - Utilizado para expressar o acto de elevar/subir o volume do rádio, tv (alteia a televisão)
Altear a Joeira - Masturbação masculina.
Aluado - cabeça no ar, maluco
Amanhar - Endireitar qualquer coisa. Também no sentido de se livrar de apuros - "Ele que se amanhe"
Andar de beiças - Estar amuado com alguém.
Andar ao cote (especialmente roupa) - usar regularmente nos dias da
Anona - fruto tropical abundante na Madeira, casca verde, interior branco e com pevides pretas
Á pata - Ir a pé.
Arcas - Costas
Arrelia – Incomodidade
Arriba dos pés - Dejectar.
Arrevalhar - Chuva miúda.
Atremar - Ver, compreender.
Atilho – Cordel Fino, Atacadores
Atupir - Enterrar
Aoua – Expressão de admiração
Apatinhar/Apatanhar - Expressão usada para descrever o acto de pisar o pé a alguém
Apilhar Apanhar "Jogar à apilhagem"
Apoitar - Ficar parado, morto (Derivado de lançar a pouta - tipo pequena âncora das embarcações)
Aquetar - Ficar quieto "Aqueta-te pequeno!"
Avezar - No sentido de repetir alguma acção até abusar.
Azougar – morrer
Azougue - Imen
B
Babádo - Tolo.
Bábeda - Pequena erupção da pele; baba
Babiar - Derrapar
Babuginha - água que fica perto da rebentação das ondas
Bafio - Mau hálito da bebida.
Bagas - Olhos.
Balaio – Cesto
Baldear - Cair
Banheira – Alguidar
Barbante - Fio; cordel; guita.
Batatas - Punhadas.
Batoque - Rolha.
Bêbra - Tipo de figo grande típico na Madeira.
Beiças - Lábios "Pintaste ei beiças?"
Beiçolas - Aquele que mostra tristeza.
Bibi - Galinha (infantil).
Bicha - Fila
Bicharada - Grupo numeroso de pessoas.
Bicho de pêssego - Diz-se de quem é irrequieto.
Bicho do buraco - Diz-se de quem é acanhado.
Bilhardar - falar dos outros, espreitar, ver, ter curiosidade na vida dos outros (vem de Bilharda – o pau que move as percianas na janela)
Bisalho – Pinto
Boseira - Indivíduo sem vontade para trabalhar. Excremento mole.
Brisa - refrigerantes variados...
Brocão - Soco bem forte
Broquilha - Sujeito novo, desajeitado, sem instrução
Brunir - fazer sons idênticos
Bucho Virado - Problemas de Intestinos
Burage - Comida a base de misturas normalmente para os porcos. Diz-se de comida mal feita.
Buzico - Nome que dão ás crianças ou crias de animais. Pequeno Lobo Marinho Mascote da Região

Nota da redacção - Aviso, desde já, que não incluirei neste pequeno dicionário, nenhum dos termos usados frequentemente pelo Presidente do Governo Regional da Ma(ma)deira, Alberto João Jardim.

excerto de "O Mundo como Vontade e Representação"

"...Qualquer satisfação, o que vulgarmente se chama felicidade, é, na realidade, de essência sempre negativa, e de nenhum modo positiva. Não é uma felicidade espontânea e que chega de per si; deve ser sempre o cumprimento dum desejo.
Porquanto desejar, isto é, ter necessidade de alguma coisa é condição preliminar de todo gozo. Mas, com a satisfação cessa o desejo e, portanto, o prazer. A satisfação ou a felicidade, não pode, consequentemente, ser outra coisa senão a supressão duma dor, duma necessidade; pois a esta categoria pertencem, não apenas os sofrimentos reais, manifestos, como também qualquer desejo cuja importunidade nos perturba o repouso, além do tédio mortal que da existência nos faz um peso. E depois, como é difícil atingir um fim, chegar-se ao que quer que seja! Cada projecto nos opõe dificuldades e exige esforços sem conta; a cada passo se acumulam os obstáculos. E quando, finalmente, houvermos superado tudo e atingido a meta, que outro resultado teremos obtido afora o nos haver libertado duma dor ou dum desejo, isto é, de nos encontrar precisamente no mesmo ponto em que nos encontrávamos?
Dado directamente não é senão a necessidade, a dor. A satisfação e o gozo não podem ser conhecidos senão indirectamente, por meio da recordação do sofrimento e da recordação passada, os quais cessaram com a apresentação dos primeiros. Vem-se a isto que não sentimos, nem apreciamos suficientemente, os bens e as vantagens que possuímos de facto, parece-nos que devem estar em nós, porque só nos tornam felizes negativamente afastando-nos o sofrimento.
Não nos apercebemos do seu valor senão quando os perdemos, porque somente a necessidade, a privação, o sofrimento são positivos e se fazem sentir directamente. Eis porque a lembrança dos males passados, dissabores, doenças, pobreza, etc., nos é grata: é o único meio de provar o bem presente... "

Arthur Shopenhauer


António Botto - versão de "If" de R. Kipling


Se tu podes impor a calma, quando aqueles
Que estão ao pé de ti a perdem censurando
A tua teimosia nobre de a manter.
Se sabes aguardar sem ruga e sem cansaço,
Privar com Reis continuando simples,
E na calúnia, não recorrer à infâmia
Para com arma igual e em fúria responder.
Mas não aparentar bondade em demasia
Nem presumir de sábio ou pretender
Manifestar excesso de ousadia.
Se o Sonho não fizer de ti um escravo
E a luz do pensamento não andar
Contigo num domínio exagerado.
Se encaras o triunfo ou a derrota
Serenamente, firme, e reforçado
Na coragem que é necessário ter
Para ver a verdade atraiçoada,
Caluniada, espezinhada e ainda
Os nossos ideais por terra, mas erguê-los
De novo em mais profundos alicerces
E proclamar com alma essa verdade!,
Se perdes tudo quanto amealhaste
E voltas ao princípio sem um ai,
Um lamento, uma lágrima e sorrindo,
Te debruçares sobre o coração
Unindo outras reservas à vontade
Que quer continuar, e prosseguindo,
Chegar ao Infinito da Razão,
Se a multidão te ouvir entusiasmada,
E a Virtude ficar no seu lugar,
Se Amigos e Inimigos não conseguem
Ofender-te e se quantos te procuram
Para contar com o teu esforço não contarem
Uns mais do que outros, - olha-os por igual!,
Se podes preencher esse minuto,
Com sessenta segundos de existência
No caminho da Vida percorrido,
Embora essa existência seja dura,
À força das tormentas que a consomem,
Bendita a tua essência, a tua origem,
o mundo será teu,
e tu serás um Homem!


(versão de António Botto do poema de Kipling)

IGUARIAS q.b.- Frango panado

Tempere as pernas de frango que vai necessitar, de véspera, basicamente com sal, pimenta, sumo de limão, alho, louro e um golpe de vinho branco.
No dia seguinte, vire-as, depois passe por farinha, ovo e pão ralado.
Se tiver um tabuleiro anti-aderente óptimo mas, mesmo assim, ponha papel de alumínio ou vegetal, deite um pingo de óleo ou azeite e espalhe mesmo com um guardanapo de papel.
Arrume as pernas de frango e leve ao forno quente cerca de 1 hora, virando o frango quando já tiver meia hora. Ficam tão saborosas como se fossem fritas, só que muito mais saudáveis.
Peço desculpa da foto mas foi tirada com o telémovel!

quarta-feira, abril 08, 2009

Lançamento do "Magalhães" na Papua-Nova Guiné


"Tristes Trópicos..." -Miguel Sousa Tavares

"Os Papas gostam muito de ir a África. São viagens que asseguram sempre uma grande cobertura mediática, estádios cheios de multidões com bandeirinhas que não entendem nada do que o Papa lhes vai dizer nem estão lá para isso, discursos de efeito fácil e inócuo contra apobreza e o subdesenvolvimento que ficam sempre bem à imagem de uma Igreja preocupada com questões sociais. De caminho, os Papas não se preocupam nada ou quase nada com a caução que dão às ditaduras que visitam, à corrupção que elas praticam e à miséria que promovem.Quando João Paulo II visitou a Costa do Marfim, de que era ditador Houphouet-Boigny, dormiu num edifício construído de propósito para oefeito que custou 150 milhões de euros - o equivalente, talvez, ao PIB anual do país, e construído ao lado da Catedral de Yamassoukro - do tamanho da Basílica de S. Pedro, em Roma, toda em mármore, erguida em plena selva e cujo custo ninguém conseguiu jamais estimar. E aí, no covil do ladrão, abençoou o país e o seu Presidente e não se esqueceu de pregar a caridade para a multidão de miseráveis a quem o regime local roubava o pão e a escola para financiar a ostentação religiosa e o palácio particular do VIIème em Paris onde Boigny gostava de passar o melhor do seu tempo.Também agora, vendo o ar feliz com que Bento XVI se passeou emYaoundé, ao lado do Presidente Biya, dos Camarões - corrupto editador, como manda a tradição - e da sua contratada primeira-dama,constato que a tão elogiada diplomacia duplamente milenar da Santa Sé continua a seguir a mesma regra de sempre: o essencial é garantir que a Igreja Católica seja tolerada e de preferência bem tratada onde querque seja, nem que para isso o Papa tenha de caucionar, visitar e abençoar aquilo que a decência mandaria evitar. Foi assim, por exemplo, que João Paulo II, de visita à Indonésia, aceitou deslocar-se a Timor, no auge da ocupação e da repressão (inclusive sobre a IgrejaCatólica), porque, em contrapartida, lhe asseguraram uma existência pacífica no maior país muçulmano do mundo.Para dizer com franqueza, por mais que a figura de Ratzinger afaste qualquer simpatia - ao contrário do que sucedia com Woytila - o queBento XVI faz e diz em África não é substancialmente diferente do que fazia e dizia João Paulo II: convoca a fé irracional das multidões, de que a Igreja tanto gosta, prega a caridade em lugar da justiça social,e repete os insustentáveis dogmas morais para um mundo que não existe e que hoje parece ser o fundamental da mensagem de Roma. Se fosse só esta a mensagem que a Igreja Católica tivesse para levar a África e a outras partes do mundo, há muito que teria desaparecido do mapa. Mas,apesar da perda de influência constante a favor daquilo a que BentoXVI chama "seitas", o que ainda mantém a Igreja com uma força de influência moral em África é o trabalho, muitas vezes invisível e até mal compreendido por Roma, que muitos sacerdotes, missionários e comunidades cristãs desenvolvem no terreno, em condições bem difíceis.Felizmente, aí vale aquele provérbio africano que diz que "a palavrado chefe não passa além do rio". Aí, confrontados diariamente com a doença e o sofrimento, vivendo num continente onde estão 70% dos infectados com sida, os padres sabem que a sua obrigação, moral e religiosa, é aconselhar o uso do preservativo e não fazer pregações irresponsáveis e paternalistas a favor da abstinência, da fidelidade ou da procriação como único fim da sexualidade.No curto espaço de três semanas, este infausto Papa, imposto por longas manobras da cúpula 'negra' da Igreja Católica, conseguiu mostrar o pior de si mesmo. Primeiro, levantou a excomunhão contra o arcebispo nazi inglês Williamson e a sua seita anti-Vaticano II e apenas duas semanas depois de ele ter repetido que o Holocausto era uma invenção dos judeus; depois, defendeu e confirmou a excomunhão decretada pelo arcebispo de Olinda e Recife contra a mãe e os médicos que procederam ao aborto de uma menina de 9 anos (!), violada repetidamente e engravidada pelo padrasto, e que nem sequer percebeu que estava grávida e tinha deixado de estar; enfim, decretou, ao pisar África, que o preservativo não só não serve para atacar a disseminação da sida como até "a pode agravar". E isto, em nome da "vida". Que saberá o Papa da vida? Como é que algum católico, a começar por ele próprio, pode acreditar que Deus fala por ele?Eu não gosto de Ratzinger, como se percebe. Não gostei do seu passado à frente da Doutrina da Congregação e da Fé, onde se dedicou sempre a perseguir o sector mais aberto e moderno da Igreja e a defender o sector mais retrógrado e fechado. Ao mesmo tempo que fustigavam o preservativo, o aborto em quaisquer circunstâncias e o sexo como direito natural das pessoas, fecharam os olhos durante décadas ao deboche e à ignominiosa perversão das paróquias, bispados e colégios católicos onde a pedofilia homossexual sobre indefesos era lei e regra. E eles sabiam - tinham de saber.A moral não é uma questão de fé nem de mandamento divino. Não épreciso ter fé para se obedecer a um código de conduta com valores morais que todos devemos ter. Por vezes até - como se vê com os pregadores extremistas do Islão, do judaísmo ou do Papa Ratzinger - é a invocação da fé que acaba por pretender legitimar o que é moralmente insustentável. Também a fé não dispensa que se tente perceber quem os outros são, olhando-lhes para a cara. A mim, bastou-me olhar para a expressão de Ratzinger, no primeiro momento em que apareceu à janela de S. Pedro como Papa Bento XVI, para perceber muita coisa: Deus não tinha nada a ver com aquilo; o que ali estava inscrito transparentemente era uma expressão de pura cobiça satisfeita, de deleite com o poder. E até hoje não o vi mudar de expressão, apenas disfarçar, enquanto vai achando prudente, as ideias que desde sempre foram as suas.Enquanto se ocupa a excomungar médicos que salvam a vida a uma criança violada pelo padrasto, Bento XVI prepara-se fatalmente para dar sequência ao que seria apenas uma anedota portuguesa, não fosse também uma vampirização da nossa História: fazer de D. Nuno Álvares Pereira santo, só porque uma senhora de Vila Franca de Xira se queimou com oóleo da cozinha, rezou ao beato e curou-se... graças aos médicos que a assistiram e às defesas do organismo. E fica em silêncio quando tantos devotos católicos e financeiros, seguidores do também beato Escrivá de Balaguer, fundador da Opus Dei, levaram o culto de vendilhões do templo a tal extremo que conduziram o mundo a uma crise global e reduziram milhões de pessoas à moderna escravidão do desemprego e da pobreza.Não, Deus não iluminou o conclave de Roma no momento de soltar fumo branco por Ratzinger. Mas o pior é que o mundo que os rodeia tambémnão os inspirou em nada. E a consequência é que a Igreja Católica desertou de onde, apesarde todos os seus humanos erros, faz falta."

MIGUEL SOUSA TAVARES ,2ª feira, 23de Março 2009

Beata Sancha de Portugal




Beata Sancha de Portugal
Sancha de Portugal, ou Sancha Sanches, O. Cist. (c. 1180 - Mosteiro de Celas, Coimbra, 13 de Março de 1229) foi a segunda filha do rei Sancho I de Portugal, sendo também conhecida como Rainha Santa Sancha.
Por morte de Sancho I de Portugal, Sancha deveria receber, segundo as disposições testamentárias do pai, o castelo de Alenquer, com o resto do termo da vila, e todos os rendimentos aí produzidos, podendo usar o título de rainha enquanto senhora desse mesmo castelo.
Isto gerou uma luta com seu irmão Afonso II de Portugal, que desejando centralizar o poder, obstou à prossecução do testamento do pai, impedindo a infanta-rainha de receber os títulos e os réditos a que tinha direito - de facto Afonso II temia que esta pudesse passar a eventuais herdeiros o vasto património que o testamento lhe legava, criando assim um problema à soberania do rei de Portugal e dividindo quase o país ao meio.
Devotada à vida religiosa, fundou o mosteiro de Celas, no qual viveu a maior parte da sua vida; o seu corpo foi depois depositado no Lorvão, regido pela sua irmã Teresa.
A 13 de Dezembro de 1705 Sancha foi beatificada pelo Papa Clemente XI, através da bula Sollicitudo Pastoralis Offici, juntamente com a sua irmã Teresa. A Igreja celebra-a no dia 11 de Abril.

O poder do chá verde

Actualmente falam-se muito nos “milagres” do chá verde, sendo muito utilizado nas dietas de emagrecimento. O chá verde é proveniente das folhas da Camellia sinensis, e começou a ser utilizado pelos chineses e japoneses, hoje o chá é a bebida mais consumida no mundo todo.
Muitos produtos levam o nome de chá, porém só podem ser considerados chás aqueles que contenham em sua composição a planta Camellia sinensis.
Vários estudos têm demonstrado que o chá verde tem uma alta quantidade de flavonóides conhecidos como catequinas, capazes de promover diminuição de peso corporal, gordura corporal e auxiliar na prevenção e tratamento da obesidade e de doenças associadas como diabetes, doenças cardiovasculares e dislipidemias.
Além desses benefícios já citados o chá verde pode ser utilizado como uma das formas de combater o envelhecimento precoce, devido ao efeito anti oxidante dos flavonóides, prevenir cáries, activa o sistema imunológico e na prevenção do câncer, uma vez que são rico em bioflavonóides e catequinas, substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.
O chá verde é composto pelos seguintes nutrientes: magnésio, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2.
Não existe um consenso em relação a quantidade de chá que deve ser ingerida diariamente para obter-se estes efeitos protectores, mas sabe-se que junto a ingestão diária do chá-verde outros hábitos devem associados, como a ingestão de uma alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos e abandono de práticas como o etilismo e o tabagismo.
In : net - Maísa dos Santos Araújo

Dia Internacional dos Ciganos - 8 Abril

Em 8 de Abril é comemorado o Dia Internacional dos Ciganos (International Roma Day), uma ocasião que pretende dar visibilidade à presença das comunidades ciganas em todo o mundo.
Esta data, à semelhança da bandeira e do hino ciganos, foi oficializada no primeiro Congresso Mundial Roma/Cigano que teve lugar em Londres em 1971, tendo hoje grande difusão no espaço europeu e mundial, sendo formalmente aceite pela grande maioria das Associações e ONG’s das comunidades ciganas. A celebração do Dia Internacional dos Ciganos tornou-se desde os últimos anos uma importante ocasião para o reconhecimento internacional dos Ciganos/Roma, da sua história, língua e cultura. Apesar desta ser uma data relativamente desconhecida para a grande maioria das pessoas, hoje é celebrada em diversos países dos cinco continentes como uma chamada de atenção para a discriminação que em muitas ocasiões estas comunidades são alvo.
Em 2000 o então Papa João Paulo II contribuiu também para a difusão do 8 de Abril com uma audiência na Praça de S. Pedro a diversas organizações ciganas, tendo solicitado mais respeito e apoio a estas populações. Em 2002 o dia 8 de Abril adoptou uma vistosa celebração, chamada Cerimónia do Rio, em que as organizações ciganas se reuniram junto aos principais rios de todo o mundo para lançar flores e acender velas em memória dos seus antepassados e das vítimas ciganas do Holocausto Nazi.As populações ciganas perfazem, hoje, cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Na Europa constituem a minoria étnica mais importante e numerosa com cerca de 8 milhões de pessoas. Em Portugal estima-se que vivam cerca de 40 mil portugueses de etnia cigana e ainda um número indeterminado de ciganos (Rom) oriundos da Europa Central e de Leste.Em Portugal, o Dia Nacional do Cigano é comemorado em 24 de Junho, festa de S. João Baptista, dia tradicionalmente festejado pelos ciganos desse país.

Fontes: Wikipédia
ACIDI- Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural,IP

terça-feira, abril 07, 2009

Máquina de fazer pão

Para todos aqueles que têm máquina de fazer pão mas que nem sempre lhes apetece o pão tipo "pão de forma", com muito miolo, partilho convosco as experiências que já fiz. A 1ª foi com receita de farinhas de centeio e trigo, seleccionando o programa da máquina que amassa e leveda (na minha é o 8, mas pode ser diferente), a 2ª experiência foi hoje, com a farinha da Nacional,à qual só se adiciona água, no mesmo programa de amassar e levedar.
Quando a máquina termina, tendemos o pão com farinha de trigo no formato que queremos e levamos a cozer em forno eléctrico ou a gás, entre 45m a 1h.
Fica óptimo, sem o demasiado miolo que muitos não apreciam e com o aspecto de pão caseiro.Para quem necessitar de receitas de pão, digam, que eu dou.Das que acertam, claro!...

Dia Mundial da Saúde

No dia Mundial da Saúde, deixo-vos com os princípios do reiki

1 - Só por hoje agradecerei as minhas várias bençãos
2-Só por hoje não me preocuparei
3-Só por hoje não me aborrecerei
4-Só por hoje trabalharei honestamente
5-Só por hoje serei bondoso para com o meu Próximo e para
com todos os seres vivos


tenham muita saúde!

O saber não ocupa lugar - Namaste, saudação Hindu

A palavra NAMASTE é o cumprimento em sânscrito que literalmente significa "Curvo-me perante a ti". É a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro.Expressa um grande sentimento de respeito. Invoca a percepção de que todos nós compartilhamos da mesma essência, da mesma energia, do mesmo universo.NAMASTE possui uma força pacificadora muito intensa.Em síntese é "Saúdo a você de coração!" e deve ser retribuído com o mesmo cumprimento.
Conhecido pelos budistas como Anjali Mudra, consiste no simples ato de pressionar as palmas das mãos ante o coração e os dedos apontando para cima , no centro do peito.Inclina-se levemente a cabeça sem ser acompanhado de palavras.Frequentemente fecha-se os olhos, para então curvar-se a coluna, em sinal de respeito a divindade que preenche todos os espaços do universo.A coluna retorna à posição erecta mais lentamente do que quando abaixou, também simbolizando respeito à outra pessoa.
Os cinco dedos da mão esquerda representam os cinco sentidos do coração, enquanto os dedos da mão direita representam os cinco órgãos da razão.
Significa então que mente e coração devem estar em harmonia, para nosso pensar e agir estejam de acordo com a Verdade.
Também é um reconhecimento da dualidade que existe no mundo, simbolizando a união das polaridades, esquerda e direita, bem e mal e sugere um esforço de nossa parte para manter essas duas forças unidas em equilíbrio.
Dez dedos unidos no NAMASTE:
O número dez é símbolo da perfeição, da unidade, do equilíbrio perfeito.
Toda criatura é um reflexo dos Dez Atributos Divinos: Apego, Bondade,
Conhecimento, Entendimento, Esplendor, Harmonia, Perseverança, Realeza, Sabedoria e Severidade. NAMASTE traz o sagrado para dentro de cada ser humano, afirmando que Deus não está no céu, num templo ou mesmo na natureza.Deus está em tudo, em cada um de nós e qualquer dissociação da imagem do divino da nossa, é inútil.

Timidez

Basta-me um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve...
— mas só esse eu não farei.

Uma palavra caída
das montanhas dos instantes
desmancha todos os mares
e une as terras mais distantes...
— palavra que não direi.

Para que tu me adivinhes,
entre os ventos taciturnos,
apago meus pensamentos,
ponho vestidos noturnos,
— que amargamente inventei.

E, enquanto não me descobres,
os mundos vão navegando
nos ares certos do tempo,
até não se sabe quando...
— e um dia me acabarei.


CECÍLIA MEIRELES (1901-1964)

segunda-feira, abril 06, 2009

L'Aquila - sismo 06 abril 09

Um cientista italiano previu um grande terramoto na zona de L'Aquila semanas antes do desastre que atingiu a cidade, esta segunda-feira.
O cientista foi denunciado às autoridades por espalhar o pânico entre a população, de acordo com a agência Reuters.
Os primeiros tremores na região foram sentidos a meio de Janeiro e continuaram a fazer-se notar em intervalos regulares, alarmando a cidade medieval a 100 km a Leste de Roma.
Carrinhas equipadas com colunas circularam pela cidade há um mês a pedir à população para que evacuasse a cidade, depois do sismologista Gioacchino Giuliani ter previsto que um grande sismo estaria a caminho. Este acto provocou a ira do presidente da Câmara da cidade.
Giuliani, que baseou a previsou na concentração de gás rádon nas zonas sísmicas activas, foi denunciado à polícia, que o obrigou a retirar as descobertas da Internet.
No dia 31 de Março, a Protecção Civil Italiana reuniu-se para avaliar os riscos de um sismo e sossegou a população, assegurando que não havia riscos de um grande tremor de terra.
“Os tremores que têm sido sentidos pela população são parte de uma sequência normal num zona sísmica”, foi dito no final da reunião.
Apesar de garantirem que não é possível prever um terramoto, a Protecção Civil assegurou que iria continuar a monitorizar a situação.
Em resposta às perguntas dos média sobre uma alegada falha na protecção da população antes do terramoto, o director do Instituto Nacional de Geofísica desvalorizou as previsões de Giulianani.
“Sempre que há um sismo há pessoas que dizem ter previsto o incidente”, disse. “Tanto quanto eu sei, ninguém previu o sismo com precisão. Não é possível prever terramotos.”
Enzo Boschi disse que o verdadeiro problema de Itália é a falta de precaução, apesar de um historial de sismos trágicos.
“Nós temos sismos mas esquecemo-nos e não fazemos nada. Não faz parte da nossa cultura tomar precauções de forma apropriada nas áreas em podem acontecer sismos fortes”, disse o director do Instituto Nacional de Geofísica
In: Jornal Noticias

Antes e Depois




Funchal, frente mar

Foto do Dia

domingo, abril 05, 2009

Aprendendo com o SIMPLEX Português

Um índio vai à Conservatória e solicita mudança de nome, porque o seu é demasiado extenso e, nos tempos que correm, não dá muito jeito e está em desuso.
O escrivão pergunta:
- Qual é o seu nome actual?
- Grande Nuvem Azul Que Leva Mensagem Para o Mundo.
- E quer passar a chamar-se como?
- Email!

Um sorriso do Coração

LEMBRA-SE DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE?
Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry. Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte. Nervoso, ele procurou no bolso um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos. Olhou então para o carcereiro e disse: “Por favor, usted tiene fósforo?”. O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender o cigarro. Naquela fracção de segundo, os olhos encontraram-se e St. Exupéry sorriu.
Depois, disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante, uma chama acendeu o coração entre os dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando directamente em seus olhos e continuou sorrindo. St. Exupéry também continuou a sorrir, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.
Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: “Você tem filhos?”. “Sim”, St. Exupéry respondeu, e tirou do bols as fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas, também. E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, libertando-o.

Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio.
St. Exupéry disse:
“Minha vida foi salva por um sorriso do coração”.
O que foi aquela “chama” entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa actualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas electromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no travão simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de “incoerência cardíaca” e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.
Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se “coerente“. Isso diminui a secreção das hormonas, do stress, reduz a depressão, hipertensão e insónia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade. Essa irradiação coerente do coração - essa “chama” de genuína afeição - pode afectar pessoas a uma distância de até 5 metros! Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou,
“somente com o coração podemos ver com clareza”.
Artigo de Susan Andrews, psicóloga e monja yoga

REZA EM DIA

"Se tem uma vida demasiado ocupada para rezar, a internet resolve agora o seu problema.Information Age a Prayer é uma página da Web que vende orações para todas as religiões. Para isso basta inscrever-se e pagar uma mensalidade de 50 dólares (38 €), garantindo, assim, que um computador reza diariamente por si, algures nos EUA.
In: Visão 2 a 8 Abril
NOTA DA REDACÇÃO - De certeza que vai haver imensos "totós" a cair no logro de mais um negócio fácil e apelativo. Eu, pessoalmente, não subscrevo - mesmo se fraquinha deixo o encargo por minha conta...

Lenda da Cabeça da Velha - Minho

Esta lenda muito antiga conta que na serra de Peneda vivia Leonor, uma jovem rica e bela, sob a tutela de um tio fidalgo, o poderoso e cruel D. Bernardo. Leonor tinha um amor secreto, D. Afonso, um fidalgo jovem e arruinado, e era ajudada pela sua velha aia Marta que a acompanhava nos breves encontros que mantinha com o seu apaixonado. Marta tinha-lhes jurado fidelidade, afirmando mesmo que se algum dia os traísse Deus a transformaria em pedra. Ora um dia vinha Marta de se encontrar com D. Afonso, que lhe tinha dado uma carta para Leonor, quando foi surpreendida por D. Bernardo. O cruel fidalgo, suspeitando que algo se passava, obrigou a velha Marta a contar o que se passava a troco de grandes ameaças e conseguiu arrancar-lhe a hora e o local do próximo encontro entre os jovens, decidindo surpreendê-los nessa altura para os matar. Marta acompanhou Leonor ao encontro de D. Afonso, com um grande desespero por nada poder contar à sua ama. Os jovens apaixonados encontraram-se na serra de Peneda, ficando Marta a vigiar num local próximo. Estavam Leonor e D. Afonso a trocar juras de amor quando ouviram vozes e querendo verificar o que se passava dirigiram-se ao local onde Marta se encontrava. Verificaram com espanto que Marta se tinha transformado em pedra, sinal de que os tinha traído. Sabendo-se em perigo, os jovens fugiram para a Galiza onde casaram e fizeram fortuna. Alguns anos depois decidiram voltar ao local donde tinham deixado a velha Marta pela última vez para se certificarem se o que se tinha passado era real ou uma alucinação. A Cabeça da Velha, como o povo lhe chamava, lá estava como prova da traição da pobre Marta que afinal lhes trouxe uma grande felicidade. Como prova do seu perdão, Leonor e Afonso mandaram edificar uma pequena capela muito perto do rochedo da Cabeça da Velha.

sábado, abril 04, 2009

Domingo de Ramos


O último Domingo da Quaresma tem diferentes nomes, sendo o mais conhecido o de Domingo de Ramos por causa da procissão que se faz, antes da Missa, com os ramos previamente benzidos. Chama-se igualmente Domingo das Flores, das Palmas; Domingo Hossana o ainda Páscoa florida pela mesma razão.
Outrora era denominado a Páscoa dos competentes, porque era neste dia que os catecúmenos, preparados ao longo da Quaresma, vinham, em conjunto, pedir o Baptismo que lhes seria administrado na solene Vigília Pascal, recitando agora o Símbolo dos Apóstolos (o Credo) que lhes havia sido explicado.
Chama-se ainda capitilavium por causa da ablução semi-litúrgica dos catecúmenos, festa que tinha lugar neste dia em algumas igrejas.
Também se diz Domingo da indulgência em virtude de neste dia começar a semana de reconciliação dos penitentes que receberiam o sacramento em Quinta-Feira Santa. Nesta semana os tribunais encerravam as portas bem como os demais serviços públicos e os imperadores concediam amnistia e remissão de penas. As Constituições Apostólicas explicam a finalidade deste descanso (VIII, 33): "durante a grande semana que precede o dia de Páscoa e a que se segue, os escravos descansem visto que uma é a semana da Paixão do Senhor e outra a da Ressurreição e eles têm necessidade de ser instruídos nestes mistérios". Era assim, para eles, um retiro anual.
• Em todas as missas deste dia comemora-se a solene entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, com procissão ou entrada solene antes da missa principal e com entrada mais simples antes de cada uma das outras missas.
• A entrada solene pode repetir-se mas não a procissão antes de uma ou outra missa que costuma ter grande afluência de fiéis (cf. Missal Romano, p. 51, n. 1).

Há certas horas...

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado
ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...
Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar,
que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente,
a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...
Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis,
nos seja de uma sinceridade inquestionavel...
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:
Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!

William Shakespear

A VERDADE-MENTIROSA


”Se desconfiarmos que alguém mente, finjamos crença: ele há-de tornar-se ousado, mentirá com mais vigor, sendo desmascarado. Por outro lado, ao notarmos a revelação parcial de uma verdade que queria ocultar, finjamos não acreditar, pois assim, provocado pela contradição, fará avançar toda a retaguarda da verdade."
Arthur Schopenhauer
in :Aforismos para a Sabedoria de Vida'
Ontem, por ser testemunha de um dos muitos casos que há anos se arrastam pelos tribunais, fui ao tribunal de S. Vicente, já pela 3ª vez neste caso.
Um grande amigo meu, pessoa de mais idade, que perdeu a mulher em circunstância inesperada como a de a ir buscar ao hospital para a trazer para casa e dizerem-lhe que ela havia falecido numa queda na casa de banho, homem canceroso, pessoa justa, humana, crente e temente a Deus, decidiu fazer um legado à empregada que com eles trabalhou 25 anos, e que nos seus últimos 5 anos de viuvez e doença o tratou, acompanhou a Lisboa aos muitos tratamentos oncológicos e às operações a que teve de se submeter, que o lavava, mudava o saco substituto do ânus, providenciava ao governo da casa, mantinha o acolhimento necessário aos amigos e visitantes do patrão, etc.
Após o diagnóstico do 1º cancro de intestino, foi operado ao fígado, por 2 vezes.
A nossa Amizade começou no relacionamento profissional, na confiança e na familiaridade com que privávamos. Quando foi necessário dizer-lhe que não chegaria, nesse ano, ao dia de Natal, (já fez 4 anos e faleceu a 20 de dezº), outro grande Amigo comum me veio pedir que lho comunicasse.Não tive coragem, como também a não teve outro nosso Amigo, também já falecido.
Após saber que o seu tempo expirara, vencendo vários cancros em seis longos anos, com qualidade de vida, muito carinho e muita dedicação e cuidado à sua volta, decidiu o sr. Candinho fazer legado do que sempre, ele e a mulher, tinham destinado para quem ficasse a tratá-los na velhice. Para isso chamou a ajudante do registo notarial e os funcionários do banco e, na sua presença e na posse das suas faculdades, assinou.Consistia no saldo de uma conta num dos bancos de que era cliente.
A mãe era ainda viva, mais velha que o Matusalém, mulher pequena, vivaça, desconfiada e manhosa .Nunca gostou de ninguém, nem da santa da nora e só quando viu o filho preso à cama, o lamentou.
Mas não é intenção minha contar toda esta história e quero voltar ao 1º paragrafo.
15 dias antes de falecer, lá veio uma prima da África do Sul, "para ajudar", que nunca foi chamada pelo doente e que ele até nem a queria ver no quarto...Na véspera de falecer, veio o primo, irmão da prima...
Bom, isto para dizer que os primos, que herdaram tudo o que este meu abastado Amigo tinha, em bancos, em casas, em terrenos, tudo, à excepção do legado, decidiram ir para tribunal com o argumento de que a "velhinha não tinha de comer" pois a pensão da SSocial era pequena.
Entretanto, após uns meses, a Ti Maria vai pró céu. Iria?
E o processo continuou, claro.
Isto hoje não está a sair muito bem! Cansaço, cansaço da mesquinhez alheia!
Uma das testemunhas contrárias, mulher de sacristia, com 80 anos bem medidos, com o índice de coscuvilhice que toda a freguesia lhe conhece, nos píncaros, enquanto aguardávamos e conversávamos nos bancos, em espera, larga-me uma bujarda e diz-me:"Quando a tia Maria morreu não havia dinheiro para a enterrar". Fiquei parva, claro, sabendo eu dos milhares poupados, quer numa vida de emigração, quer numa vida de labor que, mesmo sem necessidade, nunca deixou, não por ganância, mas porque tinha terras, gostava de as ver produzir, gostava de ter vacas e carneiros era, enfim, um agricultor nato e ABASTADO.
Ao ver os olhos piscos, ramelados, por detrás de umas lentes fundo de garrafa, e de ver a convicção daquela verdade mentirosa, lá mesmo, e após lhe ter perguntado se por acaso se lembrava onde era que eu trabalhava (num Banco, para os que não o sabem), veio-me à ideia o porquê da nossa justiça andar podre e mal cheirosa, que os Avelinos Ferreira Torres sejam absolvidos, os Isaltinos, os Casa Pia, para só lembrar os mais mediáticos e actuais.
O PORQUÊ DA VERDADE MENTIROSA !
Não tenho o poder de encaixe de Shopenhauer mas, também não admira, vivo noutro século, não tenho a sua maturidade e o seu conceito de tolerância contra a estupidez humana!


Senhora de Cao - 1700 anos após a sua morte

LIMA (AFP)2 de Abril - A múmia de uma das primeiras governantes mulheres do Peru, a "Senhora de Cao", que morreu há 1.700 anos, é a principal atracção de um museu arqueológico inaugurado nesta quinta-feira no país.
O museu Cao, dedicado à "Senhora de Cao", permitirá aos visitantes observar seu corpo mumificado pela primeira vez desde seu descobrimento, em 2006, junto com teares e cerâmicas da cultura Mochica. Algumas peças da exposição tem mais de 5.000 anos de idade.
O museu foi construído no complexo arqueológico de El Brujo, em Magdalena de Cao, localidade do vale de Chicama, na costa norte peruana, perto do oceano Pacífico, a 570 quilómetros de Lima.
A ministra peruana de Comércio e Turismo, Mercedes Aráoz, inaugurou o museu, fruto de uma parceria entre o sector público e privado, que aportou cerca de um milhão de dólares no projecto.
A "Senhora de Cao" também é conhecida como "a Dama das Tatuagens", devido aos desenhos de serpentes e aranhas que tem gravados nos braços, que podem representar a fertilidade da terra ou ser sinal de poderes sobrenaturais.
O corpo da governante encontra-se em um estado de conservação notável, e será exibido em um ambiente com temperatura e luz adequadas para não deteriorar sua pele.
A múmia usa um luxuoso traje, com coroas e colares de ouro e prata.
O bom estado de conservação se deve principalmente ao cinábrio, ou sulfato de mercúrio, uma tinta vermelha aplicada durante o processo de mumificação que evita a decomposição e impede que insectos penetrem na pele.
Além disso, a múmia foi sepultada no interior de uma pirâmide, onde não entrou em contacto com a água nem com a humidade do ar, o que colaborou para que sofresse a mínima deterioração possível, segundo arqueólogos do Instituto Nacional de Cultura.
Os pesquisadores acreditam que a mulher morreu jovem, entre os 25 e 30 anos de idade, mas não sabem dizer a causa de sua morte, supondo que tenha sido alguma doença.

Os alentejanos têm razão...

Geração do Vinil -


Ficam os vídeos para matar a saudade!

sexta-feira, abril 03, 2009

Foto do dia (eheheheheheh!)


Nova carreira de autocarros....

Porque é que os chefes de cozinha usam chapéus brancos e altos?


O costume data do século XV, quando os cozinheiros eram bem pagos e respeitados pelos gregos na era bizantina. Quando os turcos derrubaram o Império Bizantino, em 1453, os bons chefs esconderam-se entre os monges. E, para não serem identificados, adoptaram as vestimentas dos monges, incluindo um chapéu negro e alto. Com o tempo, mudaram a cor do chapéu para se diferenciarem do clero.

Há quem defenda que o chapéu surgiu em França, por volta de 1630, numa época em que a função de cozinheiro era considerada tão importante que eles até recebiam título militar de "officiel de bouche".

Dentro da cozinha existia uma hierarquia e as alturas variáveis dos chapéus, identificavam o posto exercido por cada um, sendo que o "chef" usava sempre o chapéu mais alto, enquanto os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné. Em França os chapéus do chefe são chamados "toque blanche".Os baixinhos, de ajudante, são chamados "bibicos"

Refeição rápida

em cru, após os 15 minutos, e no prato!

Ponha uns lombos de pescada, previamente temperados a gosto, numa caixa que vá ao micro-ondas.Pique cebola a gosto, salsa e pimento -que pode ser amarelo e vermelho-.Deite uma colher de sopa de azeite e uma colher de sopa cheia de ketchup.Leve ao micro ondas 12 minutos.Entretanto dissolva uma colher de sopa de farinha de trigo numa chávena a 3/4 de água. Quando acabarem os 12 minutos, retira a caixa e adicione a farinha diluída.Dê mais 3 minutos. Acompanhe com batata cozida ou arroz branco.
Nota- Experimente também com tiras de peito de frango ou de carne de porco.


quinta-feira, abril 02, 2009

Existem momentos...


EXISTEM MOMENTOS em que fico horas a olhar para o meu gato. Com inveja, sempre com inveja. Só Deus sabe o que existe na cabeça de um felino. Mas acompanho as rotinas dele e sei, filosoficamente falando, que ele é feliz. Nós, humanos, seres temporais por excelência, vivemos aprisionados à ideia do nosso próprio fim. E, como se não bastasse essa terrível condenação, somos também incapazes de habitar cada momento inteiramente. O presente, em nós, está sempre carregado de passado e de futuro: do que fomos, das memórias que temos, do
caminho e das escolhas que fizemos; e daquilo que gostaríamos de ser, ou ter, ou fazer. O presente, para nós, não é um lugar para estar. É uma breve passagem a caminho de outra breve passagem. Sempre e sempre e sempre até a despedida final.
Por isso, aconselho: se quiserem entender a natureza da felicidade, comprem um gato. E acompanhem a forma como ele cumpre as suas rotinas com entrega contida e total. Ele não espera nada, ele não deseja nada. A felicidade, para ele, não existe por adição: de objetos, experiências, lugares. Mas por repetição: ele repete as experiências que são significativas. E, em cada repetição, existe a certeza da mesma felicidade.
Foto: a minha gata Cesária

In: JPCoutinho.com

Hoje a "família" aumentou





Mais uns Meninos para a colecção...

O Auto Conhecimento



A meditação e a Contemplação
"Em geral têm má fama no Ocidente. São tidas como formas especialmente repreensíveis de ociosidade ou como forma doentia de espelhar-se a si próprio. Não se tem tempo para o auto conhecimento, e também não se acredita que ele possa servir a qualquer finalidade sensata. Também absolutamente não vale a pena, como já se sabe de antemão, conhecer-se a si próprio, pois na verdade se acha que é fácil saber quem é que somos. Acredita-se exclusivamente na acção, e não se pergunta pelo sujeito da acção. Este último será julgado após certos êxitos avaliados colectivamente. Que existe uma psique inconsciente, disso sabemos, mas, contudo, ainda não foram tiradas as conclusões do facto de que o homem ocidental é,para si próprio, um estranho e que o AUTO CONHECIMENTO é uma das tarefas mais difíceis e mais exigentes"
In:JUNG, C.G. Mysterium coniunctionis

Evidências...


quarta-feira, abril 01, 2009

o que faz a genética

em Portugal é assim!

Nuno Álvares Pereira

A eternamente aguardada canonização de Nuno Álvares Pereira, marcada para 26 de Abril pº, demorou a concretizar-se....578 anos.
IDOLATRADO COMO HERÓI POR MUITOS, IDENTIFICADO COM O ESPÍRITO DO PATRIOTISMO, VENCEDOR DOS CASTELHANOS EM NUMEROSAS BATALHAS DURANTE AS GUERRAS DE FINAIS DO SÉC. XIV E INÍCIO DO XV, FIGURA TÃO POPULAR QUE POUCOS PORTUGUESES DESCONHECERÃO O SEU NOME, NUNO ÁLVARES PEREIRA, CONDESTÁVEL POR DECISÃO DE D.JOÃO I E MÉRITOS PRÓPRIOS, CONSEGUIU TAMBÉM SER VENERADO COMO SANTO POR UMA MULTIDÃO DE CRENTES, AO LONGO DE MAIS DE MEIO MILÉNIO.
AO LONGO DOS SÉCULOS, A IGREJA CATÓLICA RECUSAVA DAR O AVAL A UM CULTO POPULAR.A NOTÍCIA DA DECISÃO, TOMADA EM NOVEMBRO DE 2008, CHEGOU POIS COM MAIS DE MEIO MILÉNIO DE ATRASO, MAS A VOZ DO POVO DIRÁ QUE MAIS VALE TARDE DO QUE NUNCA. E NUNO ÁLVARES PEREIRA - D.NUNO, NUN'ALVARES, O SANTO CONDESTÁVEL - JÁ TEM DATA MARCADA PARA A SUA CANONIZAÇÃO: 26 DE ABRIL DESTE ANO COMO FOI ANUNCIADA EM ROMA NO PASSADO DIA 21 DE FEVEREIRO.
in:Visão (tem continuação)
Nasce em 1360, não se sabe se na vila Flor da Rosa, concelho do Crato, se na vila de Cernache do Bonjardim.É um dos 26 filhos conhecidos do prior do Crato,D.Álvaro Gonçalves Pereira. Educado nos ideais nobres da cavalaria medieval, no ambiente das Ordens militares e depois na corte de D.Fernando I, para onde vai aos 13 anos como pagem da rainha D.Leonor de Teles. Aos 16 anos casa com Leonor de Alvim, viúva, com quem tem uma filha, Beatriz que, casando mais tarde com D.Afonso, dá origem à Casa de Bragança. Enviuva aos 18 anos.
D.João I é impressionado pelas virtudes e qualidades de Álvares Pereira e nomeia-o estratega e chefe militar para as batalhas dos Atoleiros em 1384 e Aljubarrota e Valverde em 1385, vencendo em todas. Estando consolidada a Paz, abandona a vida militar, entra na Ordem do Carmo em Moura, Alentejo, transferindo-se posteriormente para Lisboa para o convento que ele mesmo mandara construir. Em 1423 é consagrado Irmão e adopta o nome de Frei Nuno de Santa Maria.A sua vida é intensa na Caridade e na Oração. Falece aí, em 1431, com 71 anos. Logo após a sua morte é venerado como Santo, pelo povo.A própria Igreja reconhece a sua virtude pois, em 1918, o Papa Bento XV proclama-o Beato e agenda a sua celebração litúrgica para o dia 6 de Novembro. Será canonizado em 26 de Abril próximo, pelo Papa Bento XVI.

Moda Lisboa em 1º de Abril


O dia das PETAS - 01 de Abril

A origem mais provável para o dia das petas é a de França em 1564 durante o reinado de Carlos IX.
Conta a história que com a adopção do calendário Gregoriano (do Papa Gregório XIII) a passagem do ano deixou de se comemorar a 1 de Abril, para passar a ser comemorado a 1 de Janeiro.
No antigo calendário Juliano (de Julio César) ordenavam-se os meses de forma diferente e é isso que justifica que Setembro fosse o sétimo mês, Outubro o oitavo, Novembro o nono e Dezembro o décimo.
Meses do Calendário Juliano
Martius

Aprilis
Maius
Iunius
Quintilis (quinto mes)
Sextilis (sexto mes)
September (séptimo mes)
October (octavo mes)
November (noveno mes)
December (décimo mes)
Ianuarius
Februarius
Apesar da mudança de data, manteve-se o costume em França de trocar presentes a 1 de Abril, mas os presentes eram cada vez mais simbólicos e de brincadeira, pelo que começaram a adoptar-se os presentes falsos, convites para festas inexistentes, mentiras e partidas.
O costume expalhou-se pela Europa ocidental e hoje é conhecido como o dia das mentiras, apesar de ter diferentes designações consoante o país.
Em Espanha e nos paises de influência espanhola na américa latina comemora-se a 28 de Dezembro o dia dos santos inocentes, com uma tradição equivalente ao nosso dia das petas.
In: net