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segunda-feira, dezembro 17, 2012

21.12.2012

O Sol isoladamente como qualquer outro astro está sempre alinhado como o centro galáctico (Sol Central = Buraco Negro), o que acontecerá em 21/12/12 é que estar...
ão alinhados O Sol, a Terra e o Centro Galáctico, com a particularidade de que este alinhamento se dará no equador da nossa Via Láctea. A terra vai estar no mesmo ponto que esteve a ha 225 milhões de ano completando uma órbita completa em relação ao centro galáctico. Como dizem os Pleiadianos a Festa Cósmica terá o seu início no Solstício de Inverno em 21/12/2012. Será um momento único de energias, marcando o início da era de Luz, ou total imersão no Cinturão de Fótons, esta passagem pelo Cinturão durará 2000 anos, espero que evoluamos bastante neste período, o que acredito visto que passaremos de um planeta de provas e expiações para um planeta de Regeneração.
 
fonte: NET


terça-feira, novembro 08, 2011

NASA capta novas imagens do asteróide que se aproxima da Terra

in Público
O asteróide 2005 YU55, com 400 metros de diâmetro, deverá “rasar” a Terra hoje cerca das 23h30 e a NASA captou uma imagem quando este estava a pouco mais de um milhão de quilómetros de distância.
A imagem foi captada na segunda-feira, às 19h45, pelos radares da Agência Espacial americana (NASA) em Goldstone, Califórnia, quando o asteróide se encontrava a 1,38 milhões de quilómetros da Terra. As antenas de Goldstone estão voltadas para o YU55 desde 4 de Novembro e assim deverão continuar até ao dia 10. Este é um dos 1262 asteróides com mais de 150 metros de diâmetro que a NASA considera serem potencialmente perigosos.
Ainda assim, os astrónomos garantem que não há qualquer risco de o asteróide – que também está a ser seguido pelo Radar Planetário Arecibo (Puerto Rico) – acertar na Terra ou na Lua. A rota do YU55 vai passar no ponto mais próximo da Terra a 324.600 quilómetros de distância do centro do planeta, ou seja, a uma distância menor do que a que existe entre a Terra e a Lua (384.000 quilómetros). “A influência gravitacional do asteróide não terá qualquer efeito detectável na Terra, incluindo marés ou placas tectónicas”, garante a NASA, num comunicado desta terça-feira.

O YU55 já é um "asteróide razoável", disse o director do Observatório Astronómico de Lisboa, Rui Agostinho, ao PÚBLICO. "No caso de um choque eventual, hipotético - que não vai acontecer -, teria efeitos menos interessantes. Tudo porque tem muita massa e há muita energia cinética em jogo. Segundo cálculos muito simplistas, se toda essa energia fosse convertida numa explosão, a energia equivaleria a cerca de 30 bombas nucleares".

Em Portugal, o Observatório não vai acompanhar a passagem do asteróide por causa das más condições meteorológicas. "As condições de observação não são favoráveis", disse Rui Agostinho.

Passagem do asteróide é oportunidade única para astrónomos

Esta é considerada uma oportunidade especial para os astrónomos, porque desde 1976 que nenhum corpo passava tão perto da Terra e só em 2028 voltará a repetir-se um fenómeno semelhante. Mas para conseguir ver o asteróide é preciso um telescópio com uma lente de, pelo menos, 15 centímetros.

Estes são objectos muito pequenos, "muito difíceis de estudar" e "o facto de termos um asteróide assim tão próximo da Terra, com brilho suficiente, é uma oportunidade única que nos permite classificá-lo com maior rigor", através de imagens de radar, como a do radio-telescópio de Arecibo, acrescentou Rui Agostinho.

Ainda assim, o conhecimento sobre o YU55 "já é de grande qualidade", tendo em conta que apenas foi identificado em 2005. "Este costuma estar entre Vénus e Marte, numa órbita muito estável que cruza a do planeta Terra", por exemplo. Esta é a altura ideal para estudar a sua composição mas, principalmente, a evolução da sua órbita. 
Observações feitas no ano passado pelos radares de Arecibo permitem saber que o asteróide tem uma forma mais ou menos esférica e faz uma rotação lenta, a cada 18 horas. Também se sabe que é do tipo C, ou seja, é rico em carbono e terá um ar poroso e muito escuro. Segundo o que já foi observado, o asteróide está cheio de crateras.
Segundo a NASA, todos os dias a Terra é "pulverizada" com mais de 100 toneladas de material libertado pela passagem de asteróides e cometas, mas a maioria é apenas poeira e partículas muito pequenas. Rui Agostinho referiu que a passagem destes corpos celestes "não é tão rara como se pensa". Existe uma "família de asteróides na zona interior do sistema solar", acrescentou.

sábado, agosto 13, 2011

como eu vejo a ilha

Chegados ao Paúl é preciso montar o material....

e a lua apareceu.....
mas falta um pedaço......
cá esta ela na sua plenitude....
o pessoal foi aparecendo.....
já se sentia um briol....
e foi mais uma noite mágica.....
Ah, as "perseidas" não as vi, teria de esperar umas horas....

sexta-feira, agosto 12, 2011

Lua pode estragar chuva de Perseidas desta madrugada

Hoje, a Lua vai aparecer cheia, o que pode prejudicar a observação desta chuva de meteoros. Siga as nossas dicas, que podem ajudar a vislumbrar este fenómeno. De qualquer forma, é preciso paciência.
Para a madrugada de hoje está previsto um avistamento de Perseidas, uma chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle. Só que também o satélite terrestre vai estar na sua fase de lua cheia, dificultando a visão a quem quiser acompanhar este fenómeno do cosmos.
No entanto, nem tudo está perdido, e com (muita) paciência e o ângulo certo poderá observar a chuva.
As Perseidas formam-se com o movimento dos cometas. Estes, enquanto descrevem órbitas em volta do Sol, vão espalhando pó, gases e escombros (materiais rochosos). Este trilho permanece numa órbita semelhante ao cometa original. Sendo assim, cada cometa vai formando um anel feito de fragmentos de cometa. Quando a Terra, no seu movimento em torno do Sol, encontra um destes anéis, alguns dos seus fragmentos rochosos são atraídos pelo campo gravitacional e caem a grande velocidade na atmosfera formando uma chuva de meteoros.
Leia mais no e-paper do DN.

sábado, julho 23, 2011

La chute d’une météorite en Bretagne fait le buzz sur Internet

Rédigé par Seb - Samedi 23 juillet 2011
FRANCE — Ce mardi vers 05h15 une météorite aurait explosé dans le ciel breton, tandis que les témoignages affluent sur Internet et que les mystères entourant cette météorite enflamme la toile, les scientifiques et les internautes s’exercent à un tracage de sa trajectoire dans le but d’en trouver des fragments.
Pricilla Abraham, la directrice du planétarium de l’Espace des sciences à Rennes qui mène une enquête de terrain dans le but d’identifier avec précision la trajectoire de la météorite, indique que depuis mardi les témoignages affluent et que les gens ont envie de parler du bang supersonique qu’ils ont observés dans le ciel de Bretagne. Ils considèrent tous avoir vécu une expérience tout à fait extraordinaire.
Pour Albert Jambon, professeur de géochimie à l’Université Pierre et Marie Curie (Paris VI), il ne fait aucun doute quand au fait que ce qui a explosé dans le ciel de Bretagne est bien une météorite. De son côté, ce professeur tente aussi de localiser le lieu où serait tombé la météorite en analysant les témoignages sur Internet. Selon des informations qui font état d’une luminosité de magnitude -12, la météorite aurait explosé à environ 10 kilomètres d’altitude et elle serait tombé dans un rayon d’environ 50 kilomètres autour de la ville de Rennes.
Les internautes aussi cherchent à localiser le point de chute de la météorite. Ils échangent des informations sur les forums de discussions et les sites Internet spécialisés dans le but de retrouver des fragments.
Tioga Gulon, passionné d’astronomie et membre du Réseau français d’observation de météores (REFORME), explique que pour certains internautes l’objectif est d’aider la science, d’autres veulent ajouter un fragment de météorite à leur collection et d’autres cherchent ces fragments dans un but purement financier.
Selon le professeur Albert Jambon, pour qui l’intérêt est scientifique, la composition isotopique d’une météorite contient de précieuses informations sur la formation du système solaire. D’autant plus si la chute est récente, car l’érosion n’a pas encore eu le temps de l’altérer. Il indique par ailleurs que les gens qui pensent que des fragments de météorites valent des fortunes font erreurs, il explique que ces fragments n’ont pas une grande valeur financière et que leurs intérêts est avant tout scientifique.

Descoberta nova lua em Plutão

Observações foram feitas pelo telescópio espacial Hubble no início deste mês.
Mesmo despromovido da sua anterior condição de planeta, Plutão, que é agora um planeta-anão, continua a dar alegrias aos cientistas. Graças ao telescópio espacial Hubble, os astrónomos descobriram mais uma lua de Plutão, a quarta. Temporariamente designada P4 (P de Plutão, 4 por ser a quarta lua), este novo corpo celeste nos confins gelados do sistema solar vem juntar-se às outras três luas conhecidas na órbita de Plutão: Charon, Hydra e Nix.
Esta P4 é a lua mais pequena das quatro, com um diâmetro para já estimado entre os os 13 e os 34 quilómetros. Charon, a maior das quatro, tem mil quilómetros de diâmetro. Já Nix e Hydra têm respectivamente 32 e 113 quilómetros de diâmetro.
A descoberta foi feita pelo telescópio Hubble, durante observações realizadas no início deste mês, no âmbito de um programa de observação sistemática daquele longínquo planeta-anão que está a preparar a missão da NASA New Horizons, com viagem marcada para lá em 2015.
"É uma descoberta fantástica", disse o principal investigador da missão New Horizons, Alan Stern, citado num comunicado da NASA. "Agora que sabemos que há uma nova lua no sistema de Plutão poderemos planear voos específicos para fazer ali observações", sublinhou o mesmo investigador.
A nova lua está situada entre as órbitas de Nix e Hydra, duas luas cuja descoberta também foi feita pelo Hubble, em 2005. Charon já era conhecida desde 1978.(DN,Lisboa)

quinta-feira, julho 21, 2011

Sonda 'Dawn' fez os primeiros retratos do Vesta

As imagens enviadas para a Terra pela sonda da NASA são as mais detalhadas de sempre daquele asteróide gigante.
Vesta, o segundo maior asteróide do sistema solar, depois de Ceres, já tem uma fotografia de primeira plano que, pela primeira vez, permite observar a sua superfície rugosa, onde são agora visíveis crateras, barrancos, elevações e vales. As imagens foram captadas pela sonda Dawn, da NASA, que no último fim-de-semana entrou na órbita daquele asteróide, e que fez as imagens quando se encontrava a 16 mil quilómetros da sua superfície.
Durante o próximo ano a sonda vai permanecer na órbita de Vesta para fazer o seu estudo detalhado. Ainda em fase de aproximação, uma operação lenta que vai durar as próximas três semanas, a sonda começará a enviar dados científicos a partir de Agosto para o Jet Propulsion Laboratory (JPL), da NASA, onde está sediada a missão.
Com 530 quilómetros de diâmetro, Vesta está na órbita do Sol numa região conhecida por cintura de asteróides, situada entre entre Marte e Júpiter, onde se concentram milhares destes corpos rochosos que se pensa serem restos de planetas que por ali ficaram, aquando da formação do sistema solar, há mais de 4,5 mil milhões de anos.
A missão da Dawn tem por objectivo, justamente, recolher informação sobre aquele corpo celeste, para melhor compreender esse início do sistema solar. Como afirma o investigador Christopher Russel, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (Estados Unidos), que está envolvido na missão, "estamos a iniciar o estudo da superfície de um corpo que é a mais antiga e que chegou até hoje no seu estado primordial". São esses segredos primordiais que os cientistas querem ali estudar.

domingo, julho 11, 2010

Eclipse total visível na ilha de Páscoa

Mais de quatro mil cientistas e turistas terão hoje a rara oportunidade de ver um eclipse total do Sol, na Ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico. A população duplicou por causa do fenómeno, o que está a ameaçar a frágil ecologia desta ilha isolada, de apenas 160 quilómetros quadrados, que pertence ao Chile mas que está situada a mais de 3500 quilómetros da costa daquele país.
O eclipse acontecerá ao mesmo tempo que decorre a final do Campeonato do Mundo de Futebol. Na ilha de Páscoa está prevista para as 20.11 (21.11 em Lisboa) e, na totalidade, terá a duração de quatro minutos e 41 segundos, período invulgarmente longo.
A ilha de Páscoa é um dos raros locais habitados onde será visível o eclipse. A escuridão ocorrerá num vasto arco sobre o oceano Pacífico, das ilhas Cook até à Patagónia argentina.
O eclipse na ilha de Páscoa atraiu a atenção de cientistas, que farão observação do fenómeno, e também de muitos fotógrafos. Só hoje, estão previstos quatro voos, transportando mais de mil pessoas. As autoridades temem o impacto da presença dos turistas, que representam, em poucos dias, 10% do total anual.
A ilha tem cerca de 4000 habitantes, quase todos da etnia Rapa Nui (o nome da ilha em polinésio), descendentes da população que construiu as misteriosas esculturas gigantes Moai. A antiga cultura perdeu-se após aquilo que se pensa ter sido uma catástrofe ecológica motivada pela intensa desflorestação da ilha. No século xviii, os sobreviventes foram submetidos a escravatura. fonte DN, Lisboa