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terça-feira, fevereiro 11, 2014

Animação portuguesa candidata a prémios Goya


 
 
foto DR
Animação portuguesa candidata a prémios Goya

 

A curta-metragem portuguesa de animação "O gigante", de Júlio Vanzeler e Luís da Matta Almeida, está nomeado para os Goya, os prémios de cinema que são atribuídos este domingo pela Academia de Cinema de Espanha.
O filme português foi selecionado para a categoria "Melhor curta-metragem de animação espanhola", por ter Espanha entre os países coprodutores (além de Portugal, Brasil e do Reino Unido).
Com cerca de dez minutos e argumento de Nélia Cruz, a partir de uma ideia de Júlio Vanzeler, o filme estabelece uma narrativa sobre pais e filhos e o processo de crescimento, a partir da história de um gigante que transporta a filha no coração, sendo ele a mostrar-lhe a realidade.
"O gigante" é o primeiro filme correalizado por Júlio Vanzeler, até aqui conhecido sobretudo como ilustrador de livros para a infância e juventude, feito em parceria com Luís da Matta Almeida, fundador da produtora de cinema de animação Zeppelin Filmes.
Este é o único filme português selecionado para os Goya 2014, os mais importantes prémios de cinema atribuídos em Espanha.
Portugal tinha apresentado uma candidatura ao Goya de melhor filme ibero-americano, com "A última vez que vi Macau", de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, mas a longa-metragem não chegou às nomeações finais.

segunda-feira, agosto 22, 2011

O famoso elefante Babar já faz 80 anos

O elefante Babar nasceu em Agosto de 1931 quando Jean de Brunhoff ilustrou o livro "A História de Babar", a pedido de seus filhos. 
A história do conhecido elefante começa quando Babar foge da floresta, devido a uns caçadores lhe terem morto a mãe. Entretanto Babar chega a Paris, onde se começa a vestir como um homem. Ao regressar à sua terra natal é coroado rei dos elefantes.
Jean de Brunhoff, que morreu em 1937, publicou seis histórias de Babar, passando o legado para o seu filho Laurent. Foi também Laurent de Brunhoff que criou a série para a televisão francesa em 1969.
  in:DN, Lisboa

sábado, junho 11, 2011

Bonecos Estrunfes vivem num regime estalinista e racista

in:Publico
Os famosos bonecos azuis, criados pelo ilustrador belga Peyo, estão envolvidos numa grande polémica em França, onde um académico afirma que os Estrunfes de inocentes bonecos nada têm.
Antoine Buéno é um professor francês que publicou agora um livro “Le Petit Livre Bleu: Analyse critique et politique de la société des Schtroumpfs”, onde faz uma análise sobre os bonecos azuis, investigando a história dos Estrunfes, as mensagens subliminares de cada personagem, o dia-a-dia das histórias. No seu estudo, o autor garante ter encontrado vários valores totalitários.
Para o francês, a sociedade dos Estrunfes é “típica de uma utopia soviética”, destacando que “cada um se veste da mesma maneira, tem uma casa igual à do seu vizinho, e exerce a profissão mais adequada às suas habilidades, não sendo conhecidos pelo seu nome mas sim pela sua função na sociedade.” 
Antoine Buéno escreve ainda que os Estrunfes vivem num mundo em que a iniciativa privada não é estimulada, onde as refeições são feitas em comunidade, numa sala partilhada, e, acima de tudo, têm um único líder, não podendo abandonar o seu pequeno país.
“Isto não vos faz lembrar nada? Talvez um regime ditatorial?”, questionou o professor, citado pelo “Le Figaro”, numa palestra na Universidade Science Po, em Paris, comparando assim o mundo dos Estrunfes ao regime estalinista, onde o pai se veste de vermelho e é parecido com Estaline, e o estrunfe inteligente é a representação de Trotsky.
No seu estudo, o académico dá especial enfoque a um episódio onde os Estrunfes são mordidos por uma mosca que os torna pretos e os deixa mudos, aludindo ao colonialismo. 
Estas afirmações não têm sido bem aceites pelos fãs dos bonecos azuis que rejeitam esta nova versão. Na Internet e nas redes sociais as críticas a Antoine Buéno não têm parado e há quem o chame de “destruidor de sonhos.”
Ao “The Guardian” o autor explicou que nunca esperou esta reacção do público. “Eu não quero desencantar ninguém. É possível manter uma abordagem infantil e fazer uma abordagem analítica”, disse o francês, explicando que toda a sua investigação foi “muito rigorosa e documentada.”
“Eu não acredito que Peyo tenha feito de propósito mas a verdade é que inconscientemente estes elementos estão lá.”
O filho do criador também já veio a público explicar que o seu pai, Peyo, nunca teve interesse pela política e por isso esta nova versão dos Estrunfes não faz sentido. Ao francês “L’Express”, Thierry Culliford disse que não leu o livro de Buéno. “Ele pode interpretar as histórias como ele quiser, mesmo que eu não subscreva essa interpretação, desde que não ataque o meu pai e o seu trabalho.”
Peyo morreu em 1992 e foi o seu filho Thierry Culliford quem continuou a escrever as aventuras dos Estrunfes. 
Ainda este ano a história dos bonecos azuis com gorros brancos deve chegar aos cinemas, não se sabendo para já muitos pormenores.

quinta-feira, maio 26, 2011

Os Marretas regressam ao cinema em grande estilo


Ainda não há data marcada para a estreia do filme em Portugal. Nos EUA o filme dos Marretas chega no Outono e já existe trailer oficial para aguçar a curiosidade dos fãs. Realizado por James Bobin e com um elenco de luxo que inclui Amy Adams, Jason Segel, Emily Blunt e Ricky Gervais. Claro que não vão faltar as presenças do Sapo Cocas, da Miss Piggy e companhia.

Sinopse:
A história de um casal de humanos e de uma marionete chamada Walter que se unem aos Muppets para salvar um antigo estúdio de TV. Para fazer isso, eles vão produzir o programa mais assistido de todos os tempos com os talentos do Sapo Cocas, Miss Piggy e os seus amigos.