Nota da Redacção - Prendemo-nos, tantas vezes, com coisas tão pequenas que ao olhar estas imagens temos a dimensão do que vale uma gota de água....São 4 milhões a morrer de fome, de sede, de todas as carências. Uma décima parte do que se gasta em armamento no Mundo, erradicava a fome.Pensemos nisto.
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quinta-feira, julho 21, 2011
sexta-feira, dezembro 11, 2009
o que não mata, engorda
nojento para alguns, surpreendente para outros, o hábito cambodjano de comer toda a espécie de bichos, desperta curiosidade.
Phnom Penh, as ruas estão cheias de bares e restaurantes; é ali que se juntam os vendedores de bichos...comestíveis.Peço um combinado.Começo com uns escaravelhos negros do tamanho de uma unha, temperados com açúcar, sal e alho,grelhados na chapa.Primeiro é preciso arrancar as asas às minúsculas criaturas, crocantes e que sabem a molho de soja.De seguida, os gafanhotos do tamanho de um polegar; parecem batatas fritas muito estaladiças.Passemos às larvas de escaravelho. Diríamos um fruto suculento, macio e com a consistência de uma passa de uva que, ao trincar, "estalam" na boca. Atiro-me às tarântulas, quase do tamanho da palma da mão e fritas. s patas peludas fazem-me cócegas nos lábios, rangem e são estaladiças ao mastigar, sendo mais salgadas e macias a partir do meio do abdómen. Estou pronta para a fase seguinte: os répteis.A cobra é uma decepção, tem a pele rija, sabe a carne de vaca seca. Chegam as rãs e descubro, encantada, que o viscoso desapareceu com a cozedura; sabem a frango.Chega a hora da digestão e preparo-me para a diarreia e os vómitos.Porém, nada disso acontece.Estou satisfeita e cheia de energia. Deixo um conselho: para a degustação de bichos não se esqueça dos palitos.As patas dos insectos têm a tendência irritante de se enfiarem no meio dos dentes.
adaptadodo Courrier-autora Marika Hill
quinta-feira, dezembro 10, 2009
refugiados no seu próprio país
Cerca de 120 mil pessoas fugiram do Wazristão Sul, onde um exército paquistanês prossegue uma ofensiva militar contra os talibãs. Adivinha-se uma cride dramática.
Quando em 16 de Outubro o exército paquistanês desencadeou a ofensiva, milhares de pessoas foram surpreendidas. A maioria fez uma arriscada viagem de 3 dias para as montanhas e na cidade fronteiriça de Dera Ismail Khan, vizinha do Estado Indiano do Punjabe, encontram-se mais de 120 mil refugiados. Aqui, os trabalhadores das organizações humanitárias iniciaram já o trabalho de recenseamento, acolhimento e alimentação das populações e prevêem a chegada de mais 200 mil refugiados.
Enquanto isto, os líderes do país estão a salvo, bem instalados. Zardari esconde-se bem longe na sua fortaleza em Islamabad. A população sofre perseguição, as escolas estão fechadas, os atentados são vulgares.
Até quando?
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