Não me vou debruçar sobre a história da vida de São Francisco.Não vou, também, lembrar a oração sobejamente papagueada e muito pouco introspectiva na sua essência, vendida em pagelas e muito pouco posta em prática e que começa com a invocação:"Senhor, fazei-me instrumento da Vossa Paz..."
Do homem que viveu na renúncia, na Pobreza feliz, depois de ter conhecido a abundância pelo seu nascimento, quero retirar e apenas, o exemplo da simplicidade, do homem ecológico quando ainda se não falava em ambiente ou biosfera.
O Amor à Natureza deu-lhe a Sabedoria dela tirar pleno proveito e sustento, sem danificar, sem prejudicar terceiros.
Precisamos de HOMENS FRANCISCANOS na política e no quotidiano que implementem o respeito à natureza e a sua protecção.
Ao escrever estas linhas vem-me à ideia que todos os nascidos neste dia que com a minha vida cruzaram caminhos, eram, os que já partiram e são, os que por cá felizmente ainda andam, pessoas muito humanas, amigas do natural, da transparência e da simplicidade, da Natureza.
Especial abraço, neste dia, aos meus cunhados gémeos, Jorge e Francisco, por partilharem deste espírito e o tentarem incutir por onde passam. Têm, sem dúvida, costela Franciscana...
Porto Moniz, 04 Outubro 2009
Sem comentários:
Enviar um comentário